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Text Post Wed, Jul. 04, 2012 3 notes

The Amazing Spider Man – O tão esperado (CONTÉM SPOILER)

“Com muito humor, boa fotografia, ação e romance - até demais -, O Espetacular Homem-Aranha, o corretivo da Marvel para seu personagem principal, chega as telas do mundo todo, agora na pele de Andrew Garfield” 

Todos os nerds – ou não –, leitores de histórias em quadrinhos da Marvel, ou HQ’s, como também são conhecidas, tiveram seu sonho de ver Peter Parker, o Homem-Aranha, frustrado quando a Marvel lançou no começo do século, o filme “Spider Man”. A história trazia basicamente a história de um adolescente nerd americano, que foi picado por uma aranha geneticamente modificada. No filme, Peter é excluído, bobo e até entediante. Vive com os tios e tem sérios problemas para se relacionar com as pessoas. Seu grande amor é Mary Jane Watson, colega de escola.

Entretanto, nos quadrinhos, a história não é bem assim. Peter é mais descolado, ainda sendo um nerd e fotografo. Seu grande amor na realidade, é Gwen Stacy, apesar de ela ter sido uma namorada posterior a Mary Jane na vida de Peter e eles acabaram se conhecendo na Universidade. A Marvel, digamos, “desfaz” a primeira franquia de Homem-Aranha, para refazer a história de uma maneira mais fiel aos quadrinhos e que de alguma maneira, leve o Homem-Aranha a integrar a segunda fase dos Vingadores.

Bem, vamos ao filme, que para muitos leitores de Histórias em Quadrinhos, será a salvação do personagem nas telonas. Nele, Peter mora com os pais até certa idade da infância, quando seus pais o deixam com os já conhecidos Tio Ben e Tia e May. É impossível não associar todo o tempo os personagens de The Amazing Spider Man com os de Spider Man. Principalmente, o tio Ben e tia May. Cliff Robertson e Rosemary Harris, apesar de não terem grande peso para os espectadores, de alguma forma, conseguiram cativar e se fixar no papel de tios do Homem-Aranha na primeira franquia do herói. A atuação de Andrew Garfield é impecável, consegue ser dramático quando deve ser dramático, engraçado quando deve ser engraçado, herói quando deve ser herói. O personagem dos quadrinhos sempre foi um piadista e podemos ver mais disso em Andrew do que em Tobey Maguire na primeira franquia, e fisicamente, Andrew Garfield se associa mais ao personagem criado por Stan Lee nos quadrinhos. Entretanto, nem Garfield, nem Emma Stone conseguem convencer serem jovens de 17 anos, mas, com isso o público já deve estar acostumado.

Certo dia, Peter encontra em casa uma maleta que havia pertencido a seu pai, Richard (Campbell Scott), isso faz com que ele visite o laboratório do Dr. Curt Connors (Rhys Ifans), amigo de seu pai, na Oscorp. O Dr. Connors, que não tinha um dos braços, estudava há muitos anos com o pai de Peter uma maneira de curar esse tipo de doença, com transações de espécies, porém, ele não tinha a fórmula, cuja Peter acha na maleta deixada por seu pai. A atuação de Ifans me lembrou em vários momentos a de, Alfred Molina o Dr. Octopus de Homem-Aranha 2. Mas como havia dito, em muitos momentos associamos os personagens. Mas como não fazê-lo, se afinal a história é a mesma? O Dr. Cornnors busca a cura desta doença, porém, depois de sua ideia inicial ser rejeitada, acaba sendo o “humano cobaia” da experiência, assim se tornando o vilão Largarto, graças a fórmula que Peter lhe dá. Peter, em busxa de informações sobre o passado misterioso de seu pai, se infiltra no laboratório Oscorb, onde trabalhavam com aranhas expostas a radiação, e assim ele é picado.

Sinceramente, esperava muito mais ação nesse filme. Até uma boa parte, Gwen Stacy é apenas a “pretendente” de Peter. Onde poderia ter havido mais ação, ouve muito romance. Vamos lá… os verdadeiros amantes de Peter Parker pouco se importam com isso. Como diz um amigo meu, em filmes de ação, só existe romance para que as namoradas dos garotos queiram acompanha-los. Claro, isso é generalizado, porque sim, sou uma garota e sou fã HQ’s. Destaque para o uniforme de Peter, vendo-o na tela, parece muito real, diferente por exemplo, do uniforme do Capitão América em Os Vingadores. O tio de Peter, Ben, é assassinado por um bandido, logo depois de ter tido a famosa conversa sobre “responsabilidades” com o sobrinho, igualmente como na primeira franquia. Não entrarei em detalhes sobre isso, porque a história é a mesma já conhecida.

Entretanto, na primeira franquia a forma como o tio conversa com Peter é mais emotiva, já em The Amazing Spider Man, a culpa sobre a morte caí mais sobre Peter, porque se ele não houvesse saído de casa depois da discussão com o tio, fazendo-o segui-lo nas ruas pela noite, o tio não teria sido assassinado, mas de qualquer maneira, Peter começa uma busca incansável pelo assassino, começando a ficar conhecido na cidade por isso. Outra grande diferença de Homem-Aranha para O Incrível Homem-Aranha, -ou O Espetacular Homem-Aranha -, é a forma como Peter usa teias. Na primeira franquia, as teias saem de suas veias, agora, Peter por ser muito inteligente, cria um equipamento que produz as teias, parecendo assim muito mais real para quem assiste.

Gostaria de analisar melhor a atuação da Emma Stone, porém achei apenas… boa. A personagem entra de verdade na história quando no final, Peter precisa de um antídoto para parar o vilão Largarto, que a cada vez se fortalece mais, por conta de sua ganancia. Gwen Stacy é quem prepara o antídoto e acaba mandando para Peter por seu pai, o chefe da polícia de Nova York. Já este personagem, me lembrou Willem Dafoe, que interpretou Norman Osborne em Homem-Aranha.   Tecnicamente, o filme foi muito bem montado e produzido, destaque para a câmera em primeira pessoa, que deixa o telespectador tendo a visão do Homem-Aranha sobre a cidade de Nova York. Entretanto, vemos no trailer uma boa cena assim, mas no filme de fato, a cena é muito curta e deixa um gostinho de quero mais. Com certeza esperava mais de Amazing Spider Man, mas foi um bom novo começo, agora ele está pronto para começar uma nova franquia e logo se juntar aos Vingadores, seguindo o roteiro das histórias da Marvel.

Apesar de no início Peter não ter se dado bem com o pai de Gwen, no final, os dois lados da lei se juntam, e conseguem destruir o vilão Largarto. Outro destaque para Garfield, na cena da morte do pai de Gwen Stacy, que fez vários dos meus colegas de cinema ficarem com os olhos lacrimejantes – inclusive eu -. Para mim, os grandes destaques de The Amazing Spider Man ficam para a bela atuação de Garfield, que conseguiu ser muito superior do que Tobey Maguire, para a fotografia impecável de todo filme, incluindo as viradas de câmera e para a forma como o diretor, Mark Webber, estreante em grandes franquias, consegue juntar ação, humor, drama e um show de efeitos especiais em pouco mais de duas horas. A ideia do filme é basicamente refazer a história para introduzir o Homem-Aranha na segunda fase de Os Vingadores, então que assim seja.Porém, eu deixaria o romance mais de lado e focaria no que deveria ser focado: O “novo” e espetacular Homem-Aranha.

P.s:

Homem-Aranha atraí crianças, quando for ao cinema, não sente próximo a elas. Além de chutarem sua poltrona, elas riem de tudo, até do próprio sorriso de seu tão aclamado Homem-Aranha;

Fique até depois dos créditos;






Text Post Wed, Mar. 28, 2012 3 notes

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Video Post Tue, Nov. 29, 2011 4 notes

Zac Efron as Logan in The Lucky One. Next spring!



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